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Óh tempos!

Óh tempos, como poderia ter um sorriso sincero tendo o peito adormecido e a alma seca? Como deixar de rastejar a procura d...

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quarta-feira, 16 de outubro de 2019

O fim foi há muito tempo

O tempo andou devagar, mas nunca parou totalmente. Eu sempre pensando, que logo alí, seria o fim,no entanto, o fim foi há muito tempo...

terça-feira, 18 de abril de 2017

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

O fogo que aquece também congela, a doçura que surge nada revela, no final o todo se completa em apenas uma ilusão.
Atryu.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017



E quando estávamos bem eramos como crianças e juntos tocávamos o céu...

Atryu.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Paixão









O desespero leva o ser humano ao desequilíbrio emocional. Um lugar perigoso onde os envolvidos fazem parte de um jogo maléfico e destruidor. Não existe coerência para quem está experimentando a paixão avassaladora, pois a situação é totalmente nova, causando medos e indecisões.Tudo é intenso, a alegria e o prazer são sentimentos que levam a pessoa ao céu, porém em poucos momentos a derrubam ao fogo destruidor de um inferno jamais experimentado antes. A paixão avassaladora anda de mãos dadas com o prazer e o sofrimento, exige dos envolvidos muito mais que confiança, o que é normal tornar-se gigante , a lente de aumento é a característica principal nos olhos dos apaixonados. Tudo é maravilhoso, menos a distância que a cada dia aumenta a tensão e faz o coração entrar na escorregadia estrada da desilusão. A mente é invadida por sonhos fantasiosos levando o corpo a sensações de êxtase total, porém esses mesmos sonhos tornam-se em pesadelos, os quais elevam o nível de adrenalina  a ponto da mente explodir e soltar palavras como se fossem adagas envenenadas e pontiagudas, as quais penetram o coração alheio sem pena , sem decência, apenas com o objetivo de ofender e matar quem mais se ama. Amamos , porém desejamos a morte para o alvo de nossa paixão, e quando atingimos nosso objetivo sofremos tanto que a morte seria o mais alto preço pela punição de nossos atos. Entenda quem puder, porque a paixão não é inteligível para o apaixonado. Com tudo isso, a razão grita:
- Não é bom se apaixonar, o bom é a frieza do coração a longevidade da razão, pois o coração apaixonado torna o corpo um escravo, torna a mente confusa e a pessoa um ser totalmente dependente. Dependente de drogas que aliviam a dor, não só a dor da mente, mas as dores do corpo causadas pela tristeza de uma mente demente.
Atryu.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Futuro designado














Em meio a uma era de conjunturas,
Temos consciência em uma impregnação porvir,
Pois bem, conto-lhe o que vejo:
O aniquilador vertiginoso,
Receando a felicidade um dia vivida,
Em meio a comunicação com o verde das matas sendo extinguida,
Transformando assim em lembranças e sussurros
Solfejos que aqui um dia existiram.

Jordana Martins dos santos.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Óh tempos!















Óh tempos, como poderia ter um sorriso sincero tendo o peito adormecido e a alma seca?
Como deixar de rastejar a procura de vida?
Como voltar a saltitar de alegria como criança quando ganha um brinquedo bonito?
Óh sonhos, onde vocês se esconderam?
Como posso abraçar suas lindas dádivas novamente?
Permitir o pincel colorir meus dias apagados, tornando-os brilhantes como o jaspe reluzente!

Vida, venha, te convido a entrar e fazer parte do meu ser,
venha correndo, quero te abraçar com ternura,
Te amar com grande doçura.

Óh tempos, faze-me enxergar novamente a beleza e a feiura que me rodeia,
É tudo que te imploro, mas não me deixe assim sem sentir,
Dor, óh grande dor, volte a me visitar,
Volte a fazer-me chorar,
Quero ter esperança de um dia, outra vez nas alturas caminhar.


Sofhia.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Vem primavera




















Os dias se concluem, e com eles às esperanças da menina sonhadora... 

O frio finalmente assume seu lugar, arromba as portas e senta-se no trono de maneira arrogante, como se tudo fosse somente dele. 
São poucos que amam a estação do frio, do gelo, a maioria que experimenta e sofre com ele, não deseja sua chegada, no entanto temos que aceitar a natureza como o arquiteto a desenhou, não é assim que falamos quando não temos respostas para certos fatos?

O inverno está sendo tão rigoroso! Lágrimas quentes rolam pelo rosto e o coração chora baixinho... Todas as manhãs o frio chega e desperta, penso que no próximo dia será diferente , porém quando abro os olhos , sinto sua presença junto de mim novamente.

Abro a gaveta ao lado de minha cabeceira e toco em um vidro frio de um acabado perfume, o carrego até perto de meu rosto e sinto o perfume que inebria meus sentidos, fico ali a apreciar o nada e aos poucos as imagens vão se materializando em minhas recordações...
Lembranças de momentos de intenso amor, carinho, conversas intermináveis... Eu esperando à hora chegar para escutar a doce melodia de uma voz que cantava ao pé de meu ouvido proferindo palavras doces que me faziam acreditar no amor e que esse amor seria meu para sempre...

 Um “sempre” que acabou!

 Nunca compreendi esse, “Para Sempre”, pois eu pensava que fosse sinônimo de eterno, inacabável, infindável, perene, permanente. Uma vez que me convencia disso a cada palavra dita, porém eu, somente eu, não sabia que naquele “sempre” havia um fim, um fenecimento que não finaliza jamais para a menina que escutou, acreditou e amou. Um fim que dura e que hoje ainda maltrata e faz agonizar uma alma romântica, a qual se esconde atrás de uma mulher padecida, que usa uma mascara, que luta e segue em frente, porém permanece estagnada no meio do caminho.
   
Hoje o dia está tão frio! Queria poder correr ao meu amor e me abrigar em seus abraços, aqueles que um dia me foram prometidos, os quais pensei que me pertenciam, porque foram pronunciadas por um anjo fiel.

O inverno deixa tudo tão feio! Os dias se tornaram cinzentos e sem a vivacidade do sol, anseio tanto que a primavera chegue!  Quero me aconchegar e dormir aquecida em suas tonalidades coloridas. Deslembrar a estação que corta a pele, que congela os dedos e fere os mal agasalhados.
Minha alma grita e exige pelo dia que nunca chega, pela felicidade que se desvia, pelo carinho que consola, pelo calor que alivia.

Vai embora geada maldita que destrói plantações! Vai embora vento forte que aniquila os telhados dos pobres desabrigados.
Consinta as flores abrolharem! Admita os passarinhos cantarem!
Permita meu coração cicatrizar, deixe minha alma aliciar e com facilidade esquecer as sombras que insistem e me fazem padecer.

Atryu.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Queria poder sorrir, queria poder viver de verdade...
















Me calo diante dos acontecimentos que vejo diante de mim.
Do que presencio sem querer.
Meu silêncio já é freguês.
Meu olhar, meu olhar é desinteressado.
Tantas pessoas, tantas histórias, tantos sonhos e tantas mágoas nessa mesma estrada onde me dou conta de também estar.
Seria viver um ato de pura vontade ou pura sorte?
O espelho nunca mostra o que realmente quero ver.
Mas o que de fato eu desejo ver?
O que sentir?
O que amar?
Ou o que sonhar?
Em quem ou no que acreditar?
A realidade é um veneno?
Tento abrir meus olhos para o que pode ser a verdade, mas não consigo ver.
Não consigo.
O torpor mental em que me encontro já não faz diferença.
A depressão já se tornou obsoleta diante de mim e de minha alma.
Alma.
Um ser.
Uma consciência.
A reclusão nunca foi tão convidativa e o amor nunca foi tão confuso.
Preso em minha própria teia de ações onde cada fio corta-me, lembrando- me do que fiz a mim mesmo numa época onde não havia preocupações, então vivo uma vida questionável.
Nunca soube o que valorizar, nunca soube onde estar.
Essa minha máscara pesa
Deus, como pesa.
Queria poder sorrir, queria poder viver de verdade...

Albert Sollrak.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012























Tudo foi apenas como uma nuvem de fumaça que o tempo dissipou, e foi tão depressa!
Promessas e palavras que pareciam sinceras e eternas duraram tão pouco!


Atryu.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Eterno















No mais alto monte eu subirei, mesmo não tendo asas eu voarei... Um dia novamente te amarei...
Nem o ódio da humanidade inteira teria forças para submergir um amor tão verdadeiro quanto àquele que nasce em um coração cheio de sonhos.
Tempos vividos e percorridos pela eternidade serena das canções, caminhos pisados pelos ritmos mais intensos no encontro das notas musicais, entrelaçados pela canção dos anjos na língua, a qual somente um ser divino poderia compreender, foi ali, naquele fragmento de tempo que aconteceu a união dos corações separados.
Incompreendidos por todos, escondido nas profundezas dos oceanos dos segredos, vivido a cada amanhecer pelas aspirações em que somente o amor traz à existência.
Encontro que pode acontecer uma vez em cada século, ou apenas uma vez em milhares de milhões de séculos, se é que os séculos existem...
Duas vidas que se precisam, que se carecem, separadas na distância dos tempos, esmagadas pelo ciúme daquele que devora os sonhos e decompõe os sentimentos.
Sonhos rompidos, corações abstraídos, solidão..., Porém, no mais alto monte eu subirei, mesmo não tendo asas eu voarei... E um dia novamente te amarei.
Nesse dia a música será tocada, a canção será cantada..., A dor evadirá da presença dos amores feridos, dos corações sofridos..., A altura será alcançada e a leveza dos sonhos se transformará em luz fulgente, e eu verei teu rosto novamente, para sempre...
No mais alto monte eu subirei, mesmo não tendo asas eu voarei e em teus abraço me refugiarei.

Atryu.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Jóia escondida


Hoje tive um encontro surpresa com uma jóia escondida, a qual chegou de mansinho, falando baixinho o que meus ouvidos ansiavam escutar.
Viajei devagarzinho até me encontrar com uma pontinha de alegria.
Com receios eu aceitei seu convite, incertezas começaram a querer me fazer parar, porém eu dei um salto por cima de tudo e comecei a viajar...
A maior surpresa foi o passear sem medo, sem medo de sofrer...
A alegria chegou pintada de cores novas, diferentes da que eu pensava que gostava, então perdi o medo e me joguei com tudo.
Olhei a floresta encantada e vi novas espécies de seres, todos tinham olhos brilhantes. Senti uma agitação no primeiro instante, depois foi acalmando e a tranqüilidade chegou...
Andei em lugares desconhecidos, sorri sem parar, achei que tudo aquilo eram mentiras inventadas pela minha loucura, mas depois percebi que eram reais e que eu poderia tê-las a qualquer momento.

Troquei a dor pela alegria,
Troquei a saudade pela folia,
Pela euforia.

Atryu